01 a 04 de julho de 2009 – Oficina de Bioconstrução com Tomaz Lotufo, Cecília Lenzi e Jorge Timmermann.

Dois cursos no TIBÁ

9 a 12 de julho de 2009 – CURSO DE BAMBU
INSTRUTORES: EDOARDO DE ARANHA E FRANCISCO LIMA

“Bambuseiro” é um termo popularmente aplicado a todo indivíduo que se interessa por esse material, o Bambu. Portanto o objetivo do curso de Bambu é transformar seus participantes em Bambuseiros.

15 a 19 de julho de 2009 – CURSO DE BIO-ARQUITETURA:
INSTRUTORES: JOHAN VAN LENGEN E PETER VAN LENGEN

No curso serão abordadas todas as técnicas oferecidas pelo TIBÁ; Bambu,
Teto Verde, Cascaje, Bason, Adobe, Permacultura, Criatividade e Alfa/Beta.
O curso explicará o conceito da Bio-arquitetura através da combinação de materiais
tradicionais como bambú ou adobe e materiais modernos como cimento ou plasto.

Ilustração da Casa Solar Flex, projeto brasileiro que irá participar do Concurso

Imagine uma casa que gere mais energia do que consuma; tenha um sistema inteligente para deixar a temperatura interna agradável, faça frio ou calor no ambiente externo; possua espaços flexíveis que facilmente se transformam em quartos, salas ou cozinhas e, claro, seja uma construção arquitetonicamente bela e com materiais que possam ser reaproveitáveis.

Uma casa assim, ou melhor, 21 casas com características similares serão montadas em uma “Vila Solar” em junho de 2010 em Madri para competirem no Solar Decathlon Europe 2010. O concurso foi criado em uma parceria do governo da Espanha com os Estados Unidos nos moldes do Solar Decathlon, concurso promovido pelo Departamento de Energia dos EUA que consiste em projetar e construir um protótipo de casa auto-suficiente energeticamente, usando apenas o sol como fonte de energia.

O objetivo do concurso, que está em sua primeira edição na Europa, é sensibilizar os estudantes sobre as vantagens e possibilidades do uso de energia renovável e construções sustentáveis.

“Queremos que eles adquiram o sentimento de fazer um trabalho melhor não apenas arquitetonicamente, mas também incluindo valores de sustentabilidade”, explica o gerente da competição, Edwin Rodríguez Ubiñas.

A “Vila Solar” poderá ser visitada pelo público que receberá explicações dos estudantes que construíram cada habitação sobre o seu funcionamento e os pontos inovadores. “É uma espécie de laboratório vivo, porém em vez de apenas uma casa, são 21, com uma grande variedade de soluções para diferentes necessidades, já que temos casas da Finlândia, Brasil e China em um só lugar”, lembra Ubiñas.

Brasil

Cada projeto será desenvolvido por um grupo de universitários de 10 países, entre eles o Brasil, que participa pela primeira vez do concurso Solar Decathlon e é o único país da América do Sul com projeto selecionado.

Seis universidades brasileiras – USP, UFRJ, UFRGS, UFSC, UFMG e Unicamp – formaram uma equipe, chamada Consórcio Brasil, que envolve cerca de 100 estudantes de diferentes cursos, como arquitetura e engenharia civil.

Flexibilidade será a palavra chave do projeto brasileiro – a Casa Solar Flex. Além do teto solar, a casa terá portas solares que podem ser deslocadas por todas as fachadas, permitindo o melhor aproveitamento do sol durante todo o ano, e ambientes internos que podem ter diversos usos e estão prontos para serem usados por portadores de deficiências físicas.

Os alunos se preocuparam em usar elementos da cultura brasileira, como a varanda, um espaço externo que pode facilmente se transformar em interno. “A princípio será uma estrutura de madeira nesta área, porém isto ainda pode mudar, pois temos um ano para finalizar o projeto”, explica Diogo Artur Tamanini, estudante do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e integrante da equipe.

Outro diferencial da casa brasileira é que ela está sendo pensada para ser utilizada por classes mais baixas e poder ser construída sobre qualquer terreno e em qualquer clima. “Depois do concurso, vamos adequá-la e fazer um modelo no Brasil para ser visitada pelas pessoas e, assim, desenvolvermos uma consciência de que uma casa pode ser sustentável ao mesmo tempo que proporcione conforto”, afirma Caique Schatzmann, estudante de arquitetura e urbanismo da UFSC que também participa da criação do projeto.

Os concorrentes do projeto brasileiro serão de universidades da Espanha, Inglaterra, Alemanha, França, Finlândia, Israel, EUA, México e China.

Políticas de incentivo

Com o concurso, os idealizadores também pretendem fomentar o uso de pesquisas e avanços que estão hoje nas universidades, integrar conhecimentos de diversas áreas (ajudando os estudantes de diferentes formações a trabalharem em conjunto), promover o intercâmbio internacional de experiências e incentivar os governos a se engajarem e criarem incentivos políticos.

“Hoje já podemos construir uma casa assim, a tecnologia está madura e os sistemas fotovoltaicos muito avançados. Porém temos uma tendência de inércia que precisamos mudar”, afirma Ubiñas.

O arquiteto espanhol explica que incentivos fiscais e uma regulação rigorosa poderiam estimular esta mudança no modo de construir. Na Espanha, por exemplo, o governo busca promover o uso de energia solar com incentivos como a possibilidade de venda do excedente de energia produzida pelos painéis instalados em residências para a rede elétrica.

(CarbonoBrasil)

CURSO DE BAMBU: 09 a 12 de julho de 2009
A Arte em Bambu é voltada para Projetos Arquitetônicos, Paisagismo, Construção Civil, Eco-Design, Peças para Decoração, Construções Alternativas, Projetos Auto-Sustentáveis, entre outras qualidades, assim como Transferência de Tecnologia em Bambu, visando a formação de profissionais.
“Bambuseiro” é um termo popularmente aplicado a todo indivíduo que se interessa por esse material, o Bambu. Portanto o objetivo do curso de Bambu é transformar seus participantes em Bambuseiros.
*O Bambu
*Taxonomia
*Morfologia
*Corte
*Tratamentos
*Secagem
*Plantio
*Possibilidades Construtivas
*O bambu e as Estações
*Fertilizantes
*Solos
*Ferramentas
*Equipamentos de Segurança
*Centros de pesquisa
*Bibliografia
*Curiosidades
*Construção de um galpão
INSTRUTORES
EDOARDO DE ARANHA E FRANCISCO LIMA
LOCAL
TIBÁ em Bom Jardim – RJ.
VAGAS LIMITADAS
CUSTO
Custo do curso  BAMBU por pessoa: R$680,00 que pode ser parcelado em: R$340,00 de entrada para reservar sua vaga, e um cheque pré-datado para 30 dias de R$340,00 a ser entregue no início do curso.
(incluindo hospedagem, alimentação e material).
FICHA DE INSCRIÇÃO

BIO-ARQUITETURA: 15 a 19 de julho de 2009
No curso de BIO-ARQUITETURA serão abordadas todas as técnicas oferecidas pelo TIBÁ; Bambu, Teto Verde, Cascaje, Bason, Adobe, Permacultura, Criatividade e Alfa/Beta. O curso explicará o conceito da Bio-arquitetura através da combinação de materiais tradicionais como bambu ou adobe e materiais modernos como cimento ou plasto.
INSTRUTOR
JOHAN VAN LENGEN, arquiteto, autor do Livro “Manual do Arquiteto Descalço”.
LOCAL
TIBÁ em Bom Jardim – RJ.
CUSTO
Custo do Curso BIO-ARQUITETURA por pessoa: R$1000,00 que pode ser parcelado em: R$500,00 de entrada, e duas parcelas (30 e 60 dias) de R$250,00. (incluindo hospedagem, alimentação e material).

FICHA DE INSCRIÇÃO e MAIS INFO

Tel: (55) (21) 9601-7501

Oi Gente,

Esta página está em formação e as informações obtidas são resultados de mera pesquisa.

Não recebemos nada de nenhuma empresa, hein!

Aproveite e enriqueça as informações com as suas dicas e opiniões!

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Salvador – BA – CEP: 40470-330
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Mini-estação de tratamento de água e esgoto

Mini-estações são sistemas modulares e leves de saneamento para tratamento de água e esgoto domiciliares.

Seu uso é recomendado para residências, edifícios, condomínios, indústrias (carga orgânica de refeitórios e banheiros), casas ou áreas de praia e/ou litoral, chácaras, sítios, fazendas e para situações em que não haja atendimento pela rede pública. Tais sistemas são indicados, também, para quem pretende reusar a água tratada no próprio ambiente construído, para funções como: descarga de vasos sanitários, lavagem de piso e automóveis, regas de horta e jardins.

As Mini-estações realizam tratamento de caráter biológico, removendo a carga orgânica contida na água pela ação de microrganismos eficientes (bactérias), reduzindo o nitrogênio e fósforo e eliminando patógenos que poderiam transmitir doenças e contaminar o lençol freático. Essa ação permite que a água seja devolvida ao meio ambiente sem quaisquer riscos

  • BENEFÍCIOS

- Tratam a água e o esgoto no local de geração do resíduo;

- Atendem a partir de 2 pessoas;

- Eficiência de 94% a 98% de remoção de DBO;

- Baixa exigência de área para instalação (a partir de 4m2);

- Permitem o reaproveitamento da água para funções secundárias. Estima-se que é possível economizar mais de 40% na conta de água com o reaproveitamento das águas servidas (fonte: ATA | Austrália);

- A água tratada pode ser lançada em corpos d’água ou infiltrada diretamente no solo

  • DIMENSIONAMENTO

O dimensionamento do sistema é feito de acordo com o número de usuários, sempre seguindo as normas da ABNT – NBR 7229/1993, o que permite determinar a vazão diária de esgoto.

  • COMPONENTES

- Caixa de gordura;
- Tanque séptico;
- Caixa de inspeção/passagem
- Septo-difusor

  • ETAPAS DO TRATAMENTO

- Entrada do efluente por um difusor de entrada, com quebra de sólidos e redução da velocidade de entrada dos efluentes, evitando a turbulência do material já depositado;

- No tanque séptico, ocorre a decantação dos materiais pesados no fundo e a flutuação dos materiais leves na parte superior, com a formação de área de lodo ao fundo; área de depuração ao centro, e área de materiais flutuantes na parte superior;

- A saída do efluente passa por um pré-filtro de saída, preenchido com brita n.º 03, para impedir a saída dos materiais sólidos flutuantes;

- Caixa de inspeção/passagem entre o tanque séptico e o septo-difusor II, para facilitar a distribuição do efluente;

- Passagem do efluente pelo septo-difusor II, onde ocorre o tratamento pela filtragem lenta do efluente através do processo de colmatagem do geotextil contido no sistema e subseqüente descolmatagem bacteriana.

O efluente tratado poderá, então, infiltrar no solo, ser coletado e conduzido a corpo receptor ou reaproveitado para o uso em lavagem de pisos, lavagem de veículos, rega de jardins, uso em vasos sanitários ou reuso industrial. A eficiência do sistema, assim, é da ordem de 94% a 98% (abatimento de DBO).

  • LIMPEZA

Para remoção de lodo umificado, a cada 1, 3 ou 5 anos, de acordo com o modelo escolhido.

  • LEMBRETE IMPORTANTE

A água tratada, ainda que seu índice de recuperação seja elevado (até 99% em alguns casos), não é potável, ou seja, não deve ser bebida, usada para cozinhar e lavar alimentos, banhos e lavar roupa.

  • REAPROVEITAMENTO DA ÁGUA TRATADA

A solução ecologicamente correta para a água tratada é reusa-la dentro da residência ou edificação, promovendo assim economia e a cultura da sustentabilidade entre os usuários. É importante estar ciente de que a mini-estação não reaproveita a água diretamente, mas a trata e a torna pronta para o reuso. Para que o reaproveitamento ocorra, é necessária a adoção de um conjunto de procedimentos, a fim de que as águas tratadas possam ser reutilizadas no imóvel.

Fonte: UFSC Ecotecnicas


Faz um tempao que estou afim de escrever mais sobre as ecovilas aqui – é uma das coisas que me fez viajar pelo mundo afora! Se quiser saber mais acesse ViAGENS  VERDES

Por agora, vou só dar o toque do II Encontro com Ecovilas e Iniciativas pela Sustentabilidade que será realizado nesta Páscoa, nos dia 9 a 12 de abril, é dirigido para agentes pela sustentabilidade em diversos contextos, educadores e pessoas interessadas no tema. Todos são muito bem vindos!

Valores: Propõe-se que cada participante escolha conscientemente o valor de sua contribuição: R$ 430,00, R$ 350,00 ou R$ 280,00, proporcionando a viabilização do Encontro e a oferta de algumas bolsas para participantes. Este valor inclui hospedagem, alimentação ovo-lacto-vegetariana e participação integral no encontro.

Maiores info: ecovilas@nazareuniluz.org.br

Links Internacionais

Congressos e Conferências Mundiais em Fontes Renováveis de Energia

- Telhas ecológicas
- Telhas galvanizadas e estrutura de telhados em aço galvanizado
- “Telhado vivo”

- Projetos com enfoque na sustentabilidade
- Instituto para o desenvolvimento da habitação ecológica
- Construções em bambu
- 25 dicas para uma casa mais sustentável
- Uma moderna construção sustentável
- Curso de técnicas de bio-construção
- Construção de taipa leve, reboco natural, forno a lenha entre outras
- Uso de terra crua como alternativa para a construções e habitações http://m.diogo.vilabol.uol.com.br/saibamaissobreterracrua.htm#click
- Sanitário compostável
- Soluções residenciais para uma ECOCASA sustentável
- Instituto de permacultura e ecovilas da mata atlântica

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